Glossário de Termos Filosóficos


Esse glossário tem como objetivo facilitar o entendimento de algumas das principais palavras utilizadas pela COM.A.I.

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A

Abstração, abstrato

O Verbo grego άφαιρεω que se traduz por “abstrair”, costumava ser usado para designar o ato de tirar algo de alguma coisa, separar algo de algo, privar alguém de algo, pôr algo à parte, arrancar algo de alguma coisa, etc. O nome correspondente é “αφάίρεσις” que se traduz por abstração e significa a ação e o efeito de tirar, arrancar, privar, separar, etc.

Tanto άφαιρειν como αφαίρεσις eram  usados em contextos muito diversos e com vários significados, mas eles se acham associados ao ato e a ação e efeito de “separar” , “arrancar” etc. Assim, άφαιρειν podia ser empregado para designar o ato de declarar que um indivíduo passava a ser um cidadão, já que então era ele “arrancado” ou “tirado” da escravidão, ou para indicar a revogação de um decreto, que passava a ficar  “separado do” (ou fora do) corpo legal em que figurava até então.

O mesmo verbo era empregado como equivalente de “subtrair” numa operação aritmética e podia ser usado igualmente para designar a ação de suprimir uma letra inicial.

Similarmente, o verbo latino abstraho (abstrahere) foi usado em vários contextos para designar as operações de separar, destacar, arrancar de, afastar-se de, renunciar a, subtrair etc.

Os termos “abstrair” (grego) e “abstração” (latino) foram usados por filósofos antigos e medievais em sentidos variados, embora análogos, mas especialmente desde Aristóteles esses termos começaram a adquirir, além de seus usos mais comuns, certos significados “técnicos” ou “especializados”. Estes foram os que se concretizaram na noção de  abstração como ação e o efeito de separar conceptualmente algo de algo, isto é, de pôr algo ( alguma característica ou propriedade, sobretudo) mentalmente à parte. Nesse sentido pode-se destacar uma característica ou uma propriedade de um objeto, por exemplo, determinada cor ou determinada forma, deste ou daquele objeto, com a finalidade de considerar essas características ou propriedade “separadamente”, mas se pode de igual modo destacar o que se avalia ser uma característica ou propriedade com vários objetos , por exemplo, a cor azul de vários objetos azuis e considerar então o que se separa como algo “geral” ou “universal”. (....).(MORA J. Ferrater - Dicionário de Filosofia. Tomo –I , Tradução: Gonsalves, Maria Stela, São Paulo, Loyola - paginas 22 a 26)

B

Belo

(Do grego τό Καλόν, Latim: Pulchrum). A noção de belo coincide com a noção de objeto estético só a partir do século XVIII, antes da descoberta da noção de gosto, o belo não era mencionado entre os objetos produzíveis e , por isso, a noção correspondente não se incluía naquilo que os antigos chamavam de poética, isto é, ciência ou arte da produção. Podem ser distinguidos cinco conceitos fundamentais de belo, defendidos e ilustrados tanto dentro quanto fora da estética:

1 - O belo como manifestação do bem; 2 – O belo como manifestação do verdadeiro; 3 – O belo como simetria; 4 – O belo como perfeição sensível; 5 – O belo como perfeição expressiva.

Na significação 1, o belo como manifestação do bem é a teoria platônica do belo. Segundo Platão, só á beleza, entre todas as substâncias perfeitas, coube o privilégio de ser a mais evidente e a mais amável. Por isso, na beleza e no amor que ela suscita, o homem encontra o ponto de partida para a recordação ou a contemplação das substâncias e ideias.

Na significação 2, a doutrina do belo como manifestação da verdade é própria do romantismo. O belo, dizia Hegel, define-se como a aparição sensível da ideia. Isso significa que beleza e verdade são a mesma coisa e que se distinguem só porque, enquanto na verdade a ideia tem manifestações objetiva e universal, no belo.

Na significação 3, a doutrina do belo como simetria foi apresentada pela primeira vez por Aristóteles. O belo é constituído pela ordem, pela simetria e por uma grandeza capaz de ser abarcada, em seu conjunto, por um só olhar. Essa doutrina foi aceita pelos estoicos citados por Cícero. “Assim, como no corpo existe uma harmonizada feições bem proporcionadas, unida a um belo colorido, que se chama beleza, também para a alma(...).

Na significação 4, é com a doutrina do belo como perfeição sensível que nasce da estética. “Perfeição sensível “ significa por outro lado, “representação sensível perfeita” e, por outro lado, prazer que acompanha a atividade sensível. No primeiro sentido, é concebida principalmente pelos analistas alemães , em particular por Baumgarten. No segundo sentido foi utilizado pelos analistas ingleses, por Hume e Burke, preocupados em determinar os caracteres que fazem do prazer sensível aquilo que se costuma chamar de Beleza.

Na significação 5, o Belo como perfeição expressiva ou completitude da expressão, o belo é implícito ou explicitamente, definido por todas as teorias que consideram a arte como expressão. Croce disse: “Parasse-nos lícito e oportuno definir a beleza como expressão bem sucedida ou melhor, como expressão pura e simples, pois a expressão, quando não é bem sucedida, não é expressão.

(....).(MORA J. Ferrater - Dicionário de Filosofia. Tomo –I ,Tradução: Gonsalves, Maria Stela, São Paulo, Loyola - paginas 279 a 280)

C

Cinismo

O Cinismo é a doutrina de uma das escolas socráticas, mais precisamente da que foi criada por Antístenes de Atenas (Sec. IV a.C) no Ginásio Cinosargos. É provável que o nome da doutrina derive do nome do Ginásio, ou então, como dizem outros, do seu ideal de vida nos moldes da simplicidade (e do descaramento) da vida canina.

A tese fundamental do cinismo é que o único fim do homem é a felicidade e a felicidade consiste na virtude. Fora da virtude não existem bens, de modo que foi a característica dos cínicos o desprezo pela comodidade, pelas riquezas, pelos prazeres, bem como o mais radical desprezo pelas convenções humanas e , em geral, por tudo o que afasta o homem da simplicidade natural de que os animais dão exemplo. A palavra Cinismo permaneceu na linguagem comum para designar certo descaramento.

ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de Filosofia. Tradução: BENEDETTI, Ivone Castilho, Martins Fontes, 2000, Páginas. 141 e 142

COM.A.I – Comunidade de Aprendizagem Investigativa

1 – Definição de sala de aula como lugar da aprendizagem por excelência, onde o professor mediará o conhecimento para que todos aprendam, todos pesquisem e todos aprendem a aprender.

2 - O Programa Educar para o Pensar do Centro de Filosofia  é uma busca  da educação emancipatória, e através da Filosofia, torna-se mais fácil compreender as implicações  e o significado de tal educação. Uma educação reflexiva exige um ensino de Filosofia que assuma sua tarefa crítica perante a sociedade e a realidade na qual está inserida.

Esta comunidade tem como preocupação essencial a formação continuada de todos educadores da escola, afinal, Educar para o Pensar é dever de todos. Porém, o profissional que coordenará as atividades e reflexões dentro deste Programa deverá ter um entendimento mais apurado de toda a metodologia, do fio condutor dos conteúdos do referencial teórico etc.

A preocupação fundamental da COM.A.I.  é a formação para a pesquisa, para a reflexão, para a aprendizagem. Assim, em comunidade todos poderão exercitar sua razão e diálogo para promover uma educação viva e emancipadora. Sabendo que a Filosofia nunca saiu da escola, ela deve ocupar seu lugar, destacar-se e , assim, contribuir para a elevação na reflexão, análise da realidade e inserção das pessoas em um projeto de uma sociedade mais justa, livre e fraterna.

Com base no Programa Educação para o Pensar, Filosofia com crianças, adolescentes e jovens, admitimos o conhecimento a partir da comunidade. Assim o centro de Filosofia Educação para o Pensar se refere a Comunidade de Aprendizagem Investigativa  o lugar da prática de leitura, levantamentos de ideias e debates, diálogo, registros e partilha de sugestões e indicação de aplicação prática das ideias, avaliações constantes  da realidade onde todos estejam inseridos e transformá-la.

- GODOY e WONSOVICZ: Geverson, Silvio. Metodologia do Ensino de Filosofia. Uniasselvi, Indaial, 2010, página 79.

- DALRI e JUNCKES. Emanuelle Santiago e Rosane Santana. Comunidade de Aprendizagem Investigativa. Sophos, 2003, páginas 39 e 40.

D

Diálogo

O Diálogo foi com consequência uma forma de expressão filosófica ou científico-filosófica. Encontramos exemplos a esse respeito em Platão, Santo Agostinho, Cícero, Galileu, Berkeley, Hume, e, evidentemente em Sócrates (por meio de Platão). Às vezes, a forma do diálogo está oculta num aparente discurso contínuo. Vê-se isso em Plotino que com frequência pergunta e responde para si mesmo de forma dialogal.

O Diálogo filosófico não é uma forma literária entre outras que pudessem ser igualmente adotadas; ele responde a um modo de pensar essencialmente não dogmático, isto é, a um modo de pensar que procede dialeticamente. Por isso, há uma estreita relação entre estrutura dialógica e estrutura dialética do pensar.

Segundo Platão, aquele que sabe perguntar e responder é o prático ou especialista do diálogo, isto é, o dialético. Platão afirma que a contemplação da realidade inteligível pela alma é feito do conhecimento da arte do diálogo que é distinta da, e até oposta à, controvérsia sofista, na qual o diálogo é mera disputa e não processo cognoscitivo.

No processo dialógico ou dialético há divisão e generalização. O diálogo é um método rigoroso de conceptualização. Nem todos os autores que, depois de Sócrates e de Platão usaram o diálogo como forma de expressão filosófica, fundaram-no em determinada forma de pensar e muito menos numa estrutura dialética completa.

Em todo o caso, nem todos refletiram, além disso, sobre essa forma de pensar como tal. Por outro lado, na época contemporânea manifestou-se muito interesse pelas questões de índole dialógica. A maioria dos autores que se ocuparam do problema da comunicação no sentido existencial e do chamado problema do outro referiu-se também à questão do diálogo.

Muitos outros autores do nosso século se ocuparam do problema do diálogo ou fizeram dele um dos fundamentos , e às vezes a principal base , tanto da expressão do pensamento como de toda a vida humana.

 (MORA J. Ferrater - Dicionário de Filosofia. Tomo –I , Tradução: Gonsalves, Maria Stela, São Paulo, Loyola - pag. 727 e 728).

E

Empirismo

O termo empirismo deriva do grego έμπειρία, que se traduz por experiência, uma palavra que tem muitos sentidos. Entre estes se destacam dois: a experiência como informação proporcionada pelos orgãos dos sentidos, e a experiência como aquilo que logo foi chamado de vivência, isto é, o conjunto de sentimentos, afeições, emoções etc., que são experimentados por um sujeito humano e se acumulam em sua memória, de modo que o sujeito que dispõe de um bom aprovisionamento desses sentimentos, emoções etc., é considerado uma pessoa com experiência.

A acepção mais comum de experiência comum, de experiência em relação ao empirismo, é a primeira das duas que foram citadas. O empirismo é considerado por causa disso uma doutrina – ou uma atitude racionalizada por meio de uma doutrina ou teoria de caráter epistemológico, ou seja, relativa à natureza do conhecimento. Costuma-se considerar dois aspectos do empirismo. Segundo um deles, o empirismo afirma que todo o conhecimento deriva da experiência, e particularmente da experiência dos sentidos. Segundo o outro aspecto, ele defende que todo o conhecimento deve ser justificado recorrendo-se aos sentidos, de modo que não é propriamente conhecimento a menos que aquilo que é afirmado seja confirmado pelos sentidos. Esses dois aspectos frequentemente estiveram estreitamente relacionados.  Algumas vezes se chamou o primeiro sentido de “psicológico” e o segundo de “epistemológico”. Foi muito comum defender não apenas que o conhecimento é adquirido por meio da experiência e se justifica ou valida mediante a experiência, mas também que não há outra realidade além da que é aceitável  aos sentidos.

Desde a antiguidade houve filósofos predominantemente empiristas e filósofos não-empiristas. Fala-se, por exemplo, de Aristóteles como um filósofo que tem, que teve sobretudo no final de sua carreira, fortes propensões empiristas, diferentemente de Platão, amiúde caracterizado como não-empirista e como racionalista. O epicurismo e o ceticismo, especialmente o de Sexto, chamado precisamente de “Sexto Empírico”, são exemplos de doutrinas empiristas. Obviamente, o empirismo aristotélico é muito distinto do epicurista e do cético.

Frequentemente se restringiu o termo “Empirismo” à Filosofia Clássica Moderna ao se contrastar o intitulado “empirismo inglês” (Francis Bacon, Hobbes, Locke, Berkeley, Hume) com o “racionalismo continental”(Descartes, Malebranche, Spinosa, Leibniz, Wolf). O contraste entre empirismo e racionalismo foi comparado muitas vezes ao contraste entre empirismo e inatismo.

Os muitos sentidos que foram dados a “empirismo” tornam necessário que se precise que o empirismo trata em cada caso. Com razão ou sem ela, falou-se de empirismo nos seguintes sentidos.

1 – O empirismo chamado, por antonomásia, de sensível. Quando se destaca o papel que desempenham as sensações no conhecimento, utiliza-se o nome “sensacionalismo”.

2 – O empirismo inteligível. Segundo este, os chamados “objetos ideais”, números, proposições, conceitos etc., são objetos da experiência, entendendo-se esta em sentido amplo. Alguns fenomenólogos falaram assim de um empirismo ( ou positivismo) total contra o empirismo (ou positivismo) sensível.

3 – O empirismo moderado ou empirismo crítico, que admite a origem empírica do conhecimento, ou seja, que admite a que todo conhecimento se funda na experiência sensível, mas requer ser examinado e controlado por algum esquema conceitual.

4 – O empirismo radical, expressão devida a William James, para quem inclusive as relações  são “experimentáveis”. Segundo este autor, para que um empirismo seja radical é necessário que ele não admita em suas construções nenhum elemento que não seja diretamente experimentado, nem exclua delas nenhum elemento que seja diretamente experimentado.

5 – O empirismo “total”, defendido por S. Alexander, ao assumir a máxima de Hume, segundo a qual é preciso sempre buscar a base empírica de nossas ideias, mas corrigindo-a se necessário, para combater qualquer  possível preconceito inadmissível em favor de certas impressões.

6 – O empirismo chamado “integral”, definido por  Risieri Frondizi.

7 – O empirismo “dialético”, sobre o qual o autor da presente obra falou algumas vezes e que consiste, em utilizar certos conceitos como conceitos limite, isto é, como não denotativos de nenhuma realidade, e aos mesmo tempo tratar esses conceitos como contraposto e complementares ao mesmo tempo.

8 – O empirismo lógico. Na atualidade se confrontaram novamente tendências  chamadas, em sentido lato, de “racionalistas”, reconhecendo-se em vários casos que seus antecedentes históricos respectivos são os empirismo e o racionalismo modernos clássicos dos séculos XVII e XVIII principalmente.

(MORA J. Ferrater - Dicionário de Filosofia. Tomo –II , Tradução: Gonsalves, Maria Stela, São Paulo, Loyola - pag. 821 e 822).

F

Filosofia

Historicamente, termo por muito tempo sinônimo de saber racional e de ciência (cf. Aristóteles  Descartes). Empregado ainda em Hegel numa acepção próxima (sitema que unifica o conjunto do real). Esse sentido não existe mais em nossos dias (as ciências separaram-se da filosofia).

 

Definições gerais

 

(s.f) Etimologia: grego filosofia, de philein, amar, e sophia, sabedoria, saber.

A. Sentido usual: Concepção de quem aceita as coisas como são (“ser filósofo”)

B. Sentido antigo: conhecimento, saber racional, ciência, sistema de conhecimento.

C. Sentido Moral: sabedoria, regra prática de ação.

D. Em Hegel: sistema que unifica o conjunto do real, encerrando tudo na sua unidade. 

G

Gnose

•          1. Definições gerais

(s.f.) Etim.: grego gnosis, conhecimento.

A. Conhecimento Religioso (e esotérico) das coisas divinas, considerado superior aos dos simples crentes.

B. Doutrina dos gnósticos.

 

•          2.Expressões e termos vinculadas ou derivadas.

Gnósticos

(s.m.) Etim.: grego oi gnostikoi, os gnósticos, literalmente “aqueles que sabem”.

Grupos filosóficos e religiosos dos séculos II e III: pensavam ter um conhecimento esotérico e iniciático das coisas religiosas, conhecimento que permitia assegurar a salvação do homem e libertá-lo do corpo. 

Gnosiologia

(s.f.) Etim.; composto do grego gnosis, conhecimento, e logos estudo.

Teoria do conhecimento. 

H

Hipótese

•          1. Definições gerais

(s.f.) Etim.: grego hypothesis, ação de por em baixo, base, fundamento, suposição, hipótese.

A. Sentido habitual: suposição ou enunciado que diz respeito a um acontecimento.

B. Matemática, lógica: proposição que constitui o ponto de partida de um teorema ou de uma demonstração.

C. Física: Explicação provisória dos fatos, destinada a ser verificada e e controlada pela experiência; interpretação antecipada dos fenômenos.

•          2. Definições particulares de filósofos.

 

ARISTÓTELES

“O que, sendo demonstrável, é posto pelo mestre sem demonstração, é, se admitido com o assentimento do aluno, uma hipótese, embora não seja uma hipótese no sentido absoluto, mas uma hipótese relativa somente ao aluno.” (Órganon, Segundos Analíticos, Liv.1, §10, p.57, Vrin.)

 

KANT

(B) “ Uma hipótese é um assentimento do juízo à verdade de um princípio considerando a característica suficiente de suas consequências, ou, mais brevemente: o assentimento a uma suposição tomada como principio.” (Lógica, Introdução X, p.95, Vrin.)

 

•          3. Expressões e termos vinculados ou derivados

Hipotético

(adj.) Etim.: grego hypothetikos, que diz respeito a uma suposição, hipotético.

a)        Incerto, duvidoso, problemático (ex.: fato hipotético)

b)        Lógica formal: condicional, que afirma sob condição (por oposição a categórico), numa proposição hipotética, a asserção subordina-se a uma condição

 

Hipotético-dedutivo

a)        Matemática: aplica-se a um procedimento que extrai todas as consequências de hipóteses ou de axiomas admitidos como ponto de partida.

b)        Ciências experimentais: designa o método que parte de uma hipótese e deduz suas consequências destinadas a serem verificadas.

 

•          Termos e expressões conexos

 

Relação de vizinhança

•          Conjetura  

•          Suposição

 

Relação de dependência

•          Ciências experimentais

•          Lógica

•          Matemática

•          Método dedutivo

•          Verificação

 

Relação de oposição

•          Certeza


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